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Publicado em 06.10.08 por bernabauer

Semana passada a IDG Now! publicou um artigo anunciando a chegada de dois aparelhos. ZTE-GX760 e ZTE-A933 custam respectivamente 399 e 179 reais. Eu estava louco para dizer que estes aparelhos não existem. Eu tentei de todas as formas encontrar no site da ZTE, mas acontece que eles só existem no site brasileiro.


Este da foto é o A933. Ele é o que ele aparente ser. Apenas um celular. O bom é que ele é leve, apenas 82 g. Já o GX760 é fantasma mesmo. Não achei nenhuma informação à respeito.

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Publicado em 02.10.08 por bernabauer

Tá vendo o novo nokia aí ao lado? Bonitão, né? Pensei que seria o primeiro Nokia que eu gosto e desejo, mas na imagem também mostra uma das coisas que eu não gosto. Canetinha. Tirando este pequeno problema, vamos ao resto do que é interessante no aparelho.

Ele tem uma generosa tela de 3.2″ com resolução 640×360 pixel, 16 milhões de cores e com sensibilidade ao toque. O acelerômetro determina como a tela deve ser mostrada, a camera tem 3.2 MP autofoco com lentes Carl Zeiss, slot de expansão de memória microSD. Seu fone de ouvido cabe no aparelho, por que ele tem o conector de 3,5mm que também serve para conectar o aparelho à TV. Existem 3 modelos disponíveis. As 3 são quadband GSM, uma é 3G para as frequências 900 e 2100MHz e o outro é para as frequências 850 e 1900MHz. WIFI? Tem sim senhor. Assim como GPS e bluetooth 2.0 com A2DP. Todas estas funções em apenas 109g. Ah sim, sistema operacional é Symbian OS com S60 quinta edição.

A versão européia estará disponível no último trimestre deste ano, já para EUA apenas no primeiro trimestre de 2009. Custo estimado é de 280 reais euros.

No vídeo, achei o aparelho meio lento, mas acho que estou sendo apenas chato. Será que ele é mais lento que o iPhone ou é impressão minha?

Para ver mais vídeos veja o artigo do Engadget. E para ver mais fotos, veja o Gizmodo.

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Publicado em 01.10.08 por bernabauer


Parece que a onda verde finalmente começa a dominar o mercado. Se antes era necessário ter os dedos amarelos dos “cigarros de planta”, cabelo comprido e apelido de “bicho-grilo” para ser naturista, digo, ecologista, ou melhor, defensor do verde e do planeta, agora basta ser normal.

Veja o comunicado da Nokia de hoje:

A Nokia, líder mundial em mobilidade, anunciou durante o Responsible Business Summit, evento realizado na Cidade do Panamá, ter chegado à marca de 500 mil aparelhos celulares reciclados na América Latina. O número é complementado por 40 toneladas de baterias e 150 mil acessórios que também entraram nos programas de reciclagem criados pela empresa. Até 85% de um telefone celular Nokia é reciclável.

Há mais de 10 anos, a empresa tem estimulado iniciativas na indústria de telefonia móvel por meio do fortalecimento dos centros de coleta e reciclagem de dispositivos móveis em mais de 85 países. Assim, já são mais de 450 pontos de coleta existentes somente na América Latina. Além disso, principalmente no Caribe, México, Brasil, Chile e Peru, alianças com operadoras locais também impulsionam as campanhas de reciclagem aumentando o número de locais aptos a receberem os dispositivos para reciclagem. Esse programa deverá ser, em breve, expandido para outros países.

Inovação em design

Também como parte de suas políticas ambientais, a Nokia tem, constantemente, aperfeiçoado a confecção da embalagem de seus produtos. A redução do tamanho e da espessura do papel que forma a caixa na qual o aparelho chega ao usuário foi uma das mudanças mais relevantes. Em alguns modelos, essa redução alcançou 60%.

Caixas menores, por exemplo, significam menos veículos para o transporte da fábrica ao destino final. Isso porque, permitem um aproveitamento de espaço quase 50% maior nos pallets dos caminhões que saem das fábricas de Manaus ou Reynosa, no México. Se antes eram acomodadas 350 caixas de aparelhos por pallet, agora, até 500 caixas podem ocupar o mesmo espaço. Somente com essa medida, 5 mil caminhões deixaram de circular, gerando uma redução considerável na emissão de gás carbônico para a atmosfera.

Seguindo a mesma linha de esforços, o Brasil é sede de dois projetos pilotos: a produção de embalagens e manuais de instrução feitos com material reciclado e, a partir deste mês, grandes caixas plásticas, com cobertura de madeira reciclável, e que podem ser usadas, em média, 20 vezes começarão a ser utilizadas para transportar os modelos produzidos na fábrica de Manaus.

Sem desperdício

Ao mesmo tempo, a Nokia também gera economia de energia por meio de seus carregadores de telefones. Alguns dos novos modelos de aparelhos estão sendo produzidos acompanhados de carregadores com alarmes integrados que avisam o usuário quando a bateria do dispositivo estiver carregada, permitindo que ele seja desconectado da tomada. Com isso, uma energia desnecessária deixa de ser consumida. A Nokia calcula que, somente com o ato de desconectar seus equipamentos ao ouvir o som do alarme, o usuário estaria contribuindo para uma economia de energia que seria suficiente para abastecer 100 mil casas de tamanho médio.

“Para a Nokia o meio ambiente é de responsabilidade de todos e é importante que trabalhemos em conjunto para mantê-lo. Como líderes de mercado, compreendemos nossa responsabilidade em estimular ações que beneficiem o meio ambiente e ofereçam opções de escolhas sustentáveis aos consumidores”, acrescentou José Orozco, gerente de meio ambiente da Nokia para a América Latina.

Conceito Remade

Produzir celulares novos a partir de materiais reciclados, como garrafas de plástico e latas de alumínio, muito em breve será uma realidade, de acordo com os resultados obtidos pela Nokia em suas recentes pesquisas sobre inovação e desenvolvimento de tecnologias em política ambiental.

Também durante o Responsible Business Summit, a empresa apresentou, pela primeira vez na América Latina, o conceito Remade, que consiste na fabricação de celulares a partir de materiais reciclados para minimizar o uso de recursos naturais e energia.

Além de garrafas plásticas e latas de alumínio, também foram testados pneus como matéria-prima na produção de terminais. Na parte interna dos celulares existem tecnologias que possibilitam economizar energia sem comprometer o estilo e o design. Atualmente, a companhia reutiliza certos componentes, como metais, para a criação de dispositivos novos e para conserto de equipamentos usados.

O Remade faz parte do programa Homegrown, que explora novas formas de fabricação de celulares de última geração conforme melhores práticas ambientais, busca facilitar o acesso à tecnologia pela população e contribuir na solução de questões de responsabilidade social. A perspectiva é iniciar a produção dos celulares num prazo de três a cinco anos.

O Homegrown é dirigido por uma equipe de especialistas em tecnologia e meio ambiente. Dele surgiram três outros projetos também focados em soluções para o meio ambiente e a sociedade:

- Zero Waste Charger, que busca maneiras de reduzir o desperdício de energia gerada ao desconectar um dispositivo do carregador;
- People first, que visa desenvolver dispositivos cada vez mais funcionais;
- Wears in, Not out, que pesquisa formas de atualizar aplicações para celulares de maneira digital, sem a necessidade da troca do dispositivo, reduzindo a quantidade de aparelhos descartados.

É legal, né? Você sabia que a Nokia fazia reciclagem de celulares? Eu não sabia. Aliás, eu ia até lançar um desafio para ver quem achava esta informação no site deles, mas eu acabei achando, mas não graças a ferramenta de busca que busca que eles oferecem.

Se você quiser descobrir onde ficam os tais pontos de coleta de celulares, entre no site da Nokia. Pegadinha do malandro! A página só fala de coleta de baterias, que é uma obrigação da empresa (Resolução nº 257 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente))

Enquanto aqui nada se sabe sobre reciclagem de celulares, e a ação é mais marketing do que qualquer outra coisa, lá fora, celular velho vale dinheiro. Encontrei durante as minhas pesquisas um site que troca o seu celular por dinheiro. Chama-se criativamente de “Cell for Cash“. O meu SE K700i vale, por exemplo, 23 dinheiros. Pouquinho, né?

A agência de proteção ambiental dos EUA também tem seu programa de reciclagem de celulares. Existem programas que fazem a reciclagem de graça e para completar você também pode pagar para reciclar o seu aparelho.

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Publicado em 30.09.08 por bernabauer

O G1 foi um projeto de 5 anos. O iPhone, só Steve Jobs para contar. O iPhone levou quase 1 ano para aprender outros idiomas que não o inglês e outras línguas de grandes países da Europa. Já o G1 levará pelo menos mais 6 meses para que deixe de falar apenas o Inglês. O iPhone é chamado de iPhone pelo seu fabricante e pela operadora, já o G1 é chamado assim pela T-Mobile e o fabricante chama de Dream. Eu prefiro o nome da T-Mobile.

Depois de achar algumas destas comparações, resolvi ir na fonte de Smartphones para descobrir algo mais relevante, mas não sei se a Bia parece não ter tocado no assunto em seu blog. :-( Neste meio tempo, resolvi fazer a comparação física entre os dois. A comparação está na imagem abaixo.


Além destes dados pude entender através de alguns artigos que o iPhone segue a estratégia de ter controle rígido sobre o que roda em seu hardware. Foi assim com o OS X nos desktops e notebooks da Apple e no iTunes com o iPod. Mundo fechado e controlado pela Apple. Já o G1 adota a estratégia da Microsoft nos anos 80. Eles funcionam em qualquer hardware, de qualquer fabricante. O Android é totalmente aberto. Qualquer um pode modificá-lo e qualquer um pode criar uma aplicação para ele. Do jeito que quiser.

Se de um lado isto é bom, pode ser que não seja. Quando as coisas são muito abertas, não há guias a serem seguidas e a unidade visual, ou melhor, identidade visual se perde. Cada um resolve os seus problemas de um jeito. O que acaba acontecendo? Bagunça. A Apple combate este tipo de problema com mão de ferro sobre as aplicações que ficam disponíveis na App Store. No Marketplace do Android deve existir um grande pandemônio de aplicações.

Dificil de determinar quem sai vitorioso do embate, mas a Apple sendo a Apple, consegue se manter não importa o que aconteça. Ela foi a primeira a revolucionar o mercado de smartphones com um equipamento realmente inovador. Ele pode não ser o melhor em todas as características técnicas, mas certamente tem um ótimo caminho de evolução pela frente. Já o G1 tem o papel de desafiar ou acompanhar o iPhone. Se ele vai conseguir fazê-lo, dependerá do que irá acontecer nos próximo 6 meses.

Veja o vídeo comparativo dos dois lado a lado.

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Publicado em 29.09.08 por bernabauer


Eu estou impressionado com a quantidade de visitas que recebo de pessoas que estão à procura de informações sobre o celular MP9 GSM. Eu tentei todas as técnicas ninjas para achar alguma relevante, mas não achei nada. Eu suspeito fortemente que o aparelho nem se chama MP9.

As características técnicas dele são impressionantes. Ele suporta dois chips GSM, dois cartões de memória microSD, tem duas cameras de 5MP e tela de 3,2″ sensível ao toque. Fiz uma pesquisa no Mercado Livre e encontrei que todos, ou pelo menos boa parte dos vendedores, oferecem os seguintes itens:

# Carregador Bi-Volt
# Cartão Micro SD de 256MB
# Caneta para Touch Screen
# Fone de ouvido estéreo
# Manual de Instruções
# Cabo USB
# Bateria de Lithium
# Antena Embutida para TV

Sim ele tem TV. Não é one-seg de TV Digital. É TV Analógica mesmo. O importante porém eu não descobri. Qual o tempo de bateria, ou se o aparelho realmente é bom. Eu suspeito muito deste aparelho. Acho que eu fico com o iPhone mesmo! ;-)

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