Teclado físico para o iPad

Eu não gosto de smartphones com teclado físico. Acho que quanto menos partes móveis um equipamento tiver, melhor. Tudo que é físico e se movimento, sofre desgaste e está sujeito a falhas com o uso, seja por sujeira ou oxidação.

Defendo que dispositivos tenham seus teclados virtuais para entrada de dados, mas já tive discussões onde pessoas defendiam o uso de teclados físicos. Confesso que categorizo estas pessoas como “prisioneiros de um passado reconfortante” pelo simples fato delas não cogitarem um período de adaptação da novidade inevitável.

O teclado virtual certamente é melhor do ponto de vista prático, mas não oferece uma coisa vital que deve fazer falta para estes “prisioneiros”. O retorno tátil. Ele é desejado e útil, contudo, não é vital. Desde a década de 80, quando vi TRON pela primeira vez, desejo um computador como o do filme, onde uma mesa de vidro oferece tela e teclado na mesma superfície.

Assim é o iPad. Seu teclado, no inicio me desafiou, mas depois de alguns dias, seu uso se tornou natural e fácil, bem melhor do que o teclado do computador, que é físico. Claro que estou falando isto não pelo simples teclado sem teclas, mas pelo fato dele ter um corretor ortográfico que é inteligente e acerta os pequenos erros de digitação que se tornam mais comuns em teclados virtuais, principalmente por conta da falta de retorno tátil.

Se você é “prisioneiro” e quer de qualquer forma usar o iPad, mas não quer torná-lo um fardo com o teclado físico de acessório, pode desfrutar de uma pequena capa que você coloca sobre a tela do iPad. Não é perfeito, mas é mais prático de carregar do que um teclado físico. Eu não acho que no final das contas seja melhor do que qualquer coisa, mas se você insiste, tem a opção.

Apresentado na MacWorld de 2012, o iKeyboard é uma capa transparente que você coloca sobre o teclado virtual do iPad e usa para digitar. A capa oferece relevos sobre as teclas para você ter a sensação de estar apertando teclas de verdade, oferecendo certa resistência ao premir as teclas. Conheça no vídeo abaixo. Custa 35 dólares.


Arrumando os cabos de força

Eu não gosto de ver cabos embaralhados, mas não gosto de arrumá-los. A solução ideal é este organizador de cabos que fica no chão e permite enrolar os cabos de força antes de colocar na régua de elétrica. Fica muito bonito e organizado.

NewImage

O produto em questão se chama Plug Hub e tem 3 entradas no seu topo para os cabos entrarem e serem enrolados em seu interior sem criar muita poluição visual. Ele é feito de plástico e tem borracha na sua parte inferior. Quem o fabrica é a empresa chamada Quirky.

Se te interessou, você vai ficar ainda mais interessado ao saber que custa acessíveis 29 dólares.

Via Wired.


Pra que serve uma caixa de areia no computador?

Este artigo nada tem a ver com gatos usando computadores. O termo caixa de areia vem do inglês, sandbox, que remete ao tempo da infância, onde se brincava em caixas de areia para fazer castelos e outras brincadeiras, já que nos países desenvolvidos, o chão de escolas é todo de cimento ao invés de terra como por aqui.

NewImage

A idéia de ter uma “caixa de areia” virtual no computador serve para propósito similar. Apesar de não ser para brincar, serve para fazer “sem ser pra valer”. Explico melhor. Quando você coloca um programa na “caixa de areia”, o programa passa a ser executado sob supervisão e seus domínios de atuação passam a estar limitados pela caixa. Igual a criança brincando na caixa de areia. Tudo que é feito ali, permanece ali. O programa na caixa está totalmente isolado do resto do computador, sem poder apagar seus arquivos precioso ou lê-los.

O conceito da caixa surgiu graças a virtualização e depois de muito desenvolvimento passou a estar disponível em programa mais simples que atuam apenas na “virtualização” de uma aplicação ao invés de um sistema operacional inteiro como estas soluções normalmente são utilizadas.

Você deve usar o recurso da caixa de areia em situações onde você está experimentando um programa do qual você desconfia ou por exemplo, se você precisa acessar uns sites meio estranhos. Neste último caso, o programa que vai para a areia é navegador.

E como você usa a caixa de areia? Onde está este recurso tão útil que você jamais imaginou em usar? Ele não é parte do sistema operacional, apesar de eu achar que no futuro ele fará, mas você pode encontrá-lo em programas proteção contra vírus. Leia o artigo da PCWorld para saber mais a respeito.


O boleiro do jogo de tênis é ninja

Olha só que bela pegada que o boleiro deu durante o jogo do Aberto da Austrália agora em janeiro de 2012.


HTPC ou DLNA?

Quando você compra um smart TV, logo se deslumbra com a quantidade de recursos que o televisor inteligente oferece e como seu antigo televisor de tubo era ultrapassado. Quando você passa a ver conteúdo em HD e assiste um que não é, percebe como você era míope, mas deixando o conteúdo HD de lado, vamos focar nos recursos que fazem do televisor apenas um monitor, por assim dizer.

NewImage

As smart TVs tem normalmente um pequeno software interno que as tornam capazes de serem clientes DLNA. Isto é bem legal, pois se você tiver um servidor DLNA o seu notebook, smartphone, tablet ou computador, pode reproduzir conteúdo destes dispositivos diretamente para o seu televisor. Obvio, que um pequeno comentário se faz necessário. Seu televisor precisar estar na mesma rede de dados que seu dispositivo que contem o conteúdo. Os televisores mais caros já vem com WIFI integrado, mas todos já vem com uma entrada ethernet para uma conexão física.

Uma vez seu televisor estando conectado, um mundo se abre… O quase. Apesar destes televisores terem um processador interno que os tornam capazes de ter skype, navegar na internet, inclusive com conteúdo flash, ver vídeos em streaming da netflix ou YouTube, eles não são tão bons quanto um tablet. O processador de uma smart tv não é dos melhores e mesmo quando o televisor vem com um teclado qwerty, digitar não é tão simples assim.

Tenho diversos alertas sobre as smart TVs, mas nenhum deles vai impedir de você comprar a sua. Alias, acho que você deve comprar uma smart TV, mesmo ela tendo diversas pegadinhas. O que eu quero mesmo compartilhar com você é a duvida sobre qual o melhor modelo para consumir vídeos neste tipo de aparelho. Será que vale mais a pena usar o recurso nativo DLNA, ou montar um pequeno computador ligado ao televisor via HDMI ou VGA com um software de HTPC é a melhor solução?

Bom, depende. Tendo experimentado os dois confesso que para cada um, existe uma melhor opção e o que vale para mim, pode não servir para você. Então vou listar rapidamente o que cada um tem de melhor e de pior. Vale lembrar que os recursos entre televisores de fabricantes não são idênticos e apenas posso falar sobre os recursos da Samsung, equipamento ao qual tiver acesso e pude testar e montar a comparação.

DLNA

Desde que eu soube para que o DLNA servia, defendo o como melhor solução para passar conteúdo no televisor. Andando falo conteúdo, digo, todos aqueles vídeos que você tem no seu computador, fotos de viagens e musicas também. Para você usar o DLNA do seu televisor esperto, você precisa ter algum equipamento que esteja rodando um servidor DLNA. Existe apps para iPad e iPhone que fazem isto e tenho certeza que no android também existem apps para isto. Uma vez configurado, você pode no seu televisor, escolher um dos dispositivos de sua rede para ser fonte de vídeos.

NewImage

Para passar o conteúdo desta maneira, você tem duas opções: a primeira é usar o televisor para escolher o conteúdo e toca-lo, assim você usar o controle do televisor para fazer tudo. Existem alguns apps que permite que o seu televisor seja apenas o renderizador do conteúdo e todo o controle de o que e em que seqüência é tocado, é feito pelo app. Ambos são bem práticos, contudo, o video pode estar em um formato que o televisor ou o servidor DLNA não entendem, e aí que começam os problemas.

Existem diversos codecs e nem todos são totalmente suportados pelos servidores DLNA ou pelos televisores. Os programas que se propõe a serem servidores DLNA até oferecem o recurso de transcodificar o video para um formato que o televisor entenda, mas nem sempre isto funciona da melhor maneira possível. Você pode estar assistindo o filme e de maneira inesperado o video para. Culpa do sediar DLNA que pode ter sofrido uma falha e foi terminado de maneira abrupta.

Outro dificuldade esta na hora de fazer o fastfoward ou rewind de um video. A Samsung tem controle remoto cheio de botão, mas interface confusa. Quando você esta usando o DLNA como fonte de entrada, os botões de adiantar e retroceder o video não são os usuais. A interface gráfica tem outros botões na tela para estas funções e os do controle só servem para atrapalhar e confundir. Quando pressionados apenas forcam o surgimento de uma tela com o aviso de função indisponível. A função de FF ou RWD, funciona de maneira precária adiantando apenas 10 segundos. Imagina ter que adiantar uma hora de programa em passos de 10 segundos? BANG! Se mata.

Por outro lado, se os vídeos forem curtos e a idéia seja passar um video que alguém trouxe num celular ou tablet, então a coisa é bem diferente. O grande barato do DLNA é poder passar conteúdo áudio visual sem precisar de fios. Se você tiver um televisor com WIFI embutido, faça a conexão entre o televisor e o dispositivo de maneira ad-hoc e pronto. Nada de configurar rede de acesso de convidado ou permitir o dispositivo em sua rede privada. Conecte diretamente e pronto. Nisto o DLNA é pratico.

Outro fator importante é o som. Cm um televisor bacana que é capaz de exibir imagens de cair o queixo em resoluções de 1080, ficar com som estérico, ou melhor, estéreo, pode ser um sacrilégio. Você tem duas opções. Pode usar a saída de áudio do televisor para ligar ao se receiver ou se conformar. Lembre-se, quem processa o áudio é o servidor DLNA e lá pode existir uma configuração para pegar o áudio DTS ou dolby em vários canais e reprocessa-lo para apenas dois canais.

Em linhas gerais, quem assiste vídeos no televisor e não quer mais um computador para isto, pode optar pelo DLNA. Ele não é perfeito, mas quebra um galho enorme para a tarefa. Um programa que eu uso no Mac para ser servidor de DLNA é o Serviio. Pode não ser o melhor do mercado, mas grátis, me serve bastante bem.

HTPC

É uma solução mais cara, pois requer que você instale fisicamente um computador perto de seu televisor para fazer uma única função. Este equipamento pode ser ainda utilizado para outros fins, como baixar arquivos ou ser o repositório central de fotos, musicas e vídeos para sua casa, mas primariamente ele será o seu Home Theater PC. Não se engane com o nome, pois você pode ter um Mac fazendo este papel. Alias, acho que o melhor equipamento para a tarefa é um Mac mini. Bem, pelo menos eu achava.

O Mac mini não tem mais unidade de disco ótico. E tinha esperança de que a Apple colocasse uma unidade de bluray nele, mas o tempo passou e nada da Apple fazer o upgrade na unidade ótica. Pelo contrario, ela foi extinta. No final da contas, acho certo, afinal, mídia ótica é coisa do passado. Estamos na era do streaming e do download.

Ainda sem a unidade de bluray, o Mac mini ainda é a melhor opção, afinal ele é pequeno, silencioso e tem bom hardware. Se antes o Frontrow era a melhora opção para o software de HTPC, agora é o XBMC que é o meu escolhido. Ele não é o único e dependendo da plataforma podem existir ainda mais.

NewImage

A escolha pelo HTPC faz sentido para aqueles que são chatos e querem ter certeza de que tudo esta do jeito que deveria. Com um HTPC você pode ter todos os codecs que achar necessários, ter a certeza de que a saída de áudio vai ser DTS em tantos canais quanto o seu receiver aceitar e ainda estender as funcionalidades que o software padrão oferece. O Mac mini tem saída ótica, então liga-lo ao receiver vai ser fácil e se você for montar uma equivalente com Windows, certifique-se de que a placa mãe tem alguma saída que você possa espetar no seu receiver.

Existem placas mãe e gabinetes especialmente pequenos para usar como HTPC e a foto acima mostra uma destas combinações. A Placa mãe vem até mesmo com rede wireless embutida com uma feia antena pelo lado de fora.

E aí? Vou de que?

Se você não quer pensar muito e tem pouco conhecimento técnico e não quer perder muito tempo com este assunto, minha recomendação é ir de DLNA. Agora se você se acha um escovados de bits e curte mexer com computadores, HTPC é a melhor opção.

Indo um pouco além, exige ainda um terceira opção. Se você já tem um televisor que não tem a função smart, não ache que você precisa trocar o equipamento. Você pode comprar um player bluray que é capaz de fazer quase todas as funções dos televisores smart. Eles se conectam a internet e também podem ter cientes DLNA embutidos.


Netflix patina na America Latina

Netflix sempre foi muito conhecida e desejada por todos os amantes de filmes que gostam de tecnologia e acompanham o mercado norte americano. Por lá, a Netflix é rei e imitando o modelo de negócio dela a NetMovies nasceu aqui no Brasil.

No começo ambas entregavam apenas os discos (DVD ou bluray) através do correio, mas com maior penetração da banda larga e melhoria das velocidades, ambas, ainda que em momentos diferentes, passaram a oferecer os filmes através da internet. O grande trunfo da Netflix, que a NetMovies não conseguiu imitar aqui no Brasil foi o fato dela ter um “cliente” para todos os dispositivos conectados importantes da internet. Você pode acessar o conteúdo oferecido por eles através do PS3, XBox, smarTV dos mais variados fabricantes e até mesmo os dispositivos da Apple.

Um belo momento a Netflix resolveu expandir seus negócios e oferecer seus serviços na América Latina e também na Inglaterra. Em 2011 o crescimento por aqui foi baixo e os motivos pelos quais isto aconteceu são simples e conhecidos. Pirataria é fácil e grande, poucos dispositivos conectados por conta da baixa penetração da banda larga de qualidade, pouco conteúdo legendado e também baixo interesse no uso do cartão de crédito para este tipo de transação.

NewImage

Sobre o conteúdo legendado, entendo que existem dois lados. Primeiro é que a camada socio-cultural que tem preferencia por este serviço, tem preferencia por legendas, mas no longo prazo, este perfil vai mudar. A maioria da população brasileira prefere conteúdo dublado ao legendado. Basta ver o que os canais de filmes da TV por assinatura andam fazendo.

Entre os dois serviços, Netflix e Netmovies, creio que o segundo seja melhor, contudo, Netflix só oferece os seus serviços através da internet, já a Netmovies ainda oferece o serviço de entrega de discos, DVD e/ou bluray fisicamente na sua casa. Se você aceitar uma dica, se for assinar uma serviço, prefira a Netmovies.

ViaTelaViva.


Fairplay é isto!

É incrível o que o rapaz fez. Fairplay ao extremo. Ele poderia ter feito o gol, mas escolheu o caminho correto de ajudar o adversário caído! Este vai pro céu.


Beautiful Example Of Sportsmanship brought to you by Funny Clips


Switch to our mobile site