AHA! Pegadinha do Malandro!!! Achou que eu ia falar de algum jogo, tipo Command and Conquer, que aliás, comecei a jogar, não é? Tolinho. Eu vi lá no blog da Luiza Voll este mapa e achei ele o máximo. Ele está à venda por 30 dinheiros estrageiros e é ótimo para você colocar no futuro escritório da sua fantástica empresa ponto-com que você vai fundar e que vai deixá-lo podre de rico!
Veja aqui em tamanho maior.
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Hum… resolvi tirar minha cabeça do buraco e ver o que rola de novo. Tenho mil desculpas para ter me enfiado numa ilha (se bem que eu moro fisicamente numa ilha!) e ignorar boa parte dos artigos relevantes da blogosfera, mas com algum tempo disponível graças ao feriado de páscoa, resolvi vasculhar as novidades.
Nada melhor que descobrir novos conceitos e idéias da web no blog Fecha Tag. Lá eu descobri este tal de lifestreaming. A idéia é que o lifestreaming seja o feed de um certo individuo. Os famosos até já tem isto, pois uma dezena de blogs e sites se especializaram neste nicho de celebridades. Alguns até tem blogs exclusivos como a Lindsay Lohan.
Cris Dias diz que esta história de lifestreaming é coisa velha, ele bem falou que o Wasabi era mais ou menos isto, mas eu tive conta lá na época que ele foi ao ar e com este nome fica difícil saber do que se trata. Eu lembro que eu não gostei do Wasabi.
Lifestreaming é o Big Brother de pessoas comuns. Em resumo é isto. Achar porém que vamos passar a acompanhar pessoas ao invés de centro de conteúdos, que hoje podem ser blogs ou podcast, acho um pouco demais. Apesar de Kevin Rose ser muito bacana no Diggnation, não tenho interesse algum em acompanhar o seu flickr.
Para amigos próximos pode até ser, mas em geral, consumo conteúdo de determinados temas e não todo conteúdo de um determinado produtor.
Como gero conteúdo em diversos blogs, adoraria usar um destes lifestreaming services para concentrar todo conteúdo gerado por mim, mas não vejo qual o ganho. Na dúvida, não crio conta em lugar algum e recomendo você sempre passar por aqui. Aqui é onde eu faço minha bagunça mais relevante. O resto não tem importância.
Quando ao conceito, ele está assimilado. Ficarei de olho na sua evolução.
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Depois da campanha para adoção do ícone padrão para RSS, chegou a vez de uma nova campanha. Ícone para compartilhar informação. A idéia é que ao invés de ficar carregando uma página de conteúdo com um zilhão de links para sites de compartilhamento se use apenas um ícone. O ícone é este pequetito aí do topo da imagem. Para saber mais e baixar a imagem em alta resolução, basta visitar a página da campanha.
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Você sabia que o Google agora é o motor atrás do serviço de email do iG? Pois é. A noticia é antiga. Data de novembro de 2007. O Diego, por algum motivo torto desenterrou esta coisa e mandou por email.
Achei legal ele mandar esta dica de noticia e eu não sabia que o total de contas de email está na casa dos 8 milhões. Aliás, o timing dele não poderia ter sido melhor. Aqui em casa o provedor é o Superig e nas últimas semanas o serviço de email tem demonstrado uma instabilidade muito grande. Meu pai ficou mais de uma semana com problemas para enviar mensagens.
Aliás, estes problemas até motivaram algumas mudanças nos endereços de email da família. Eu nunca usei o endereço de email do domínio superig ao qual tive direito. Durante longos anos eu usava uma conta na GMX.NET, um serviço alemão que dava bastante espaço. Depois de um tempo abandonei este serviço por causa do SPAM e por causa do GMail. O GMail nasceu como uma experiência. Eu nunca tinha usado serviços de mensagens através da web.
Grata surpresa. Agora que uso o Gmail para gerência os endereços de email dos meus blogs, devo migrar os endereços de email da família para algum domínio e me livrar dos problemas do iG.
Você sofreu com o iG? Aliás, algum serviço de email já fez você chorar como uma menina que perdeu sua mochila da Hello Kitty nova em folha?
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O Second Life nunca foi uma coisa na qual eu apostei como sucesso certo. Contrário a minha aposta eu acabei criando uma conta, aliás, devo ter duas, por que quando foi lançado lá fora, eu ainda tinha um computador rodando Windows e eu esqueci login e senha. Depois, quando o SL apareceu no Brasil criei uma conta novamente. Não me pergunte qual o meu avatar, por que eu realmente não sei.
Entrei algumas vezes no mundo virtual para ver o lançamento da novela da Globo, mas depois disto, não voltei mais. O principal motivo é que as limitações técnicas ainda são grandes. No mundo real você não é expulso de uma festa sem explicações. Ok, até é, mas apenas se o seu comportamento não for compatível com as regras.
O IDGNOW! fez um longo artigo falando que o SL não morreu e ainda levanta algumas hipóteses para o dito ter ido do sucesso de 170 mil usuários ativos para pouco mais de 50 mil.
Uma coisa que seria muito interessante de ver é um mundo virtual que se deteriora. No mundo real prédio precisam de pintura nova, manutenção e afins. No SL isto não acontece. Se algo não precisa de manutenção, você acaba não dando importância e aí acontece o êxodo de usuários. Se o conteúdo não agrada, por que continuar?
Eu ainda vou mais longe. O SL tem além do problema de conteúdo o problema da forma. Não é muito mais simples acessar uma página, um blog para consumir um dado conteúdo do que instalar um programa que consome 100% de CPU para navegar de maneira complicada num mundo virtual para ver textos tortos, música ruim e animações grotescas?
Na boa, quando é a missa de 7º dia do SL? Já vai tarde. A gota d’água foi falar que o Analytics não presta.
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