A evolução do “touch”




Até o iPhone chegar as telas sensíveis ao toque eram resistivas. Hoje elas são capacitivas. No fundo, ambas são limitadas. As mais atuais, não funcionam quando usamos luvas, e as primeiras são pouco precisas. Aí o grupo formado pela Disney e Carnegie Mellon University se juntam e começam a estudar um jeito de evoluir a tecnologia touch.

Hoje o “touch” é binário. Ou há toque ou não há. A tecnologia desenvolvida, que na tradução livre pode ser chamada de Sensor capacitivo por varredura de frequencia (Swept Frequency Capacitive Sensing), consegue identificar se você está perto do sensor e qual a interação você está tendo com um objeto. A explicação é chata de fazer em texto e é melhor ver um vídeo demonstrando a tecnologia. O projeto é chamado também de Touché. Só eu lembrei da Tartaruga Touché, né? ok.