A Lei do Moore ganha sobrevida




Você conhece a Lei de Moore? Não tem nada a ver com a Lei de Murphy (nem com a Lady Murfy, fofo!). A lei de Moore enuncia que a quantidade de transistores que podem ser colocados num circuito integrado dobra a cada dois anos. Esta fato foi identificado em 1965 por Gordon Moore em um paper, mas apenas na década de 70.

Acontece que a cada ano que passa fica mais difícil que a lei continue valendo. Os limites são a tecnologia atual que não comporta mais miniatuarização (vixi que palavra!) na velocidade que se identificou na década de 60. Uma pesquisa, porém, pode trazer uma extensão à lei de moore. Pesquisadores canadenses conseguiram criar um cristal que fica entre os estados 2D e 3D (seja lá o que isto quer dizer) através de um processo bizarramente bizonho. Aliás, eu não entendo por que todo cientista adora fazer experiências com coisas muito frias e com ímãs realmente fortes.

Quando eu estava na faculdade eu realmente me importava com este tipo de avanço científico, mas hoje em dia não me importo mais. Quero mais que os computadores gastem menos energia, tornem-se mais portáteis e que tecnologias de seus componentes e periféricos avance mais do que seus processadores. Do que adianta ter um super-mega-hiper-ultra-processador, se ainda tenho que ligar com uma merda de um disco ótico que depende de mecânica para ser usado?




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