Carros terão chip de identificação, mas como funciona?




Você sabe o que é o SINIAV? É o Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos. Ele ficou em discussão por alguns anos e agora engatou. O projeto é federal, mas são os Detrans estaduais que terão o trabalho de colocá-lo em prática. O projeto começa em julho e tem dois anos para terminar.

O chip, também chamado de etiqueta eletrônica, pode custar 20 reais para cada motorista e seu objetivo é organizar o trânsito, além de facilitar a identificação dos carros. Ao contrário do que se imagina, o SINIAV não permite a localização dos carros através de GPS. Ele é apenas uma etiqueta eletrônica que identifica o carro quando ele passa por um portal.

O funcionamento lembra muito o do RFID ou das tags que são utilizadas por empresas que tem concessão de certas vias em suas praças de pedágio.

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O sistema é considerado seguro, pois sua identificação é atualizada a cada passagem pelos portais e não é uma invenção brasileira (!). O sistema é utilizado em diversos países. Indo além, o chip não tem nenhum informação sobre o dono do veículo ou do carro.

A inspiração do sistema vem da aviação. Assim como os aviões tem transponders que o identificam nos sistemas da radares, as novas tags farão o mesmo, a diferença é que no caso dos carros, são dá para notar sua presença quando passa pelo portal. Eu já disse isso? 😉

Os dados coletados nos portais poderão depois ser usados para mapear o tráfego das cidades para ajudar a fazer planos para alterar rotas e atrasar a retirada das faixas reversíveis. Outra coisa que pode ser feita com estes dados é aumentar a segurança, já que é possível medir o tempo entre os portais e assim aplicar multas por excesso de velocidade. Acho justo.

Via iG Carros.




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