Disquetes são coisa do passado, mas divertem em novos usos




Eu tive unidade de disquete de 360kB de 5 1/4″no meu PC-XT com 640k de memória. Eram duas. Tive também unidade de 720kB de 3 1/2″, depois vieram unidades de 1.44MB e 1.2MB. Eu adorava o barulho que a leitura dos discos fazia. Aliás, pelo barulho dava para saber se ia dar certo a leitura dos discos ou não.

Hoje em dia não faz mais sentido ter unidade de disquete. Pendrives substituem muito bem o papel que eles tinham, mas algumas empresas ainda insistem que devem usar unidades óticas ao invés de memória de estado sólido. Enquanto estas empresas não evoluem, vamos em frente.

Abaixo está um vídeo para quem tem mais de 20 anos. Unidades de disquete colocadas numa máquina com o único propósito de fazer barulho, mas de maneira ordenada. O barulho é o Fantasma da Opera, que em inglês, por conta das unidades de disco cantoras virou “Phantom of the Floppera”.

É uma pena que é apenas uma carcaça de computador e não existe sistema de software dentro do gabinete. Os disquetes foram ligados por meio de um controlador PIC 18f14k50 a uma fonte MIDI que toca a música. Para ver mais informações, veja a página do FunToTheHead no YouTube.

Via “>Uhull.




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1 Comentário

  1. calunga

     /  09/03/2011

    interessante q a Receita Federal ainda aceita declarações de IR em disquete!!

    Responder

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