Leitores de ebooks são os queridinhos do Natal




Os dois principais leitores eletrônicos do mercado hoje são o Kindle e o eReader da Sony. Estes não são os únicos, mas são os que tem mais chance de sobreviver no longo prazo. Nick e Gui fizeram um batepapo sobre os dois no EnxameTV.

Eu não me vejo comprando um equipamento destes, me entendo que ele é bem mais agradável de ler do que na tela do iPhone, por exemplo. A leitura também é bem mais agradável do que na tela do notebook ou do computador. O grande revés destes dispositivos ainda é a falta de cores. Atualmente o papel eletrônico utilizado só mostra imagens em variações de tons de cinza, mas é questão de tempo até as cores chegarem. Atualmente já existem protótipos funcionais onde as cores aparecem felizes e contentes. Quando esta tecnologia estiver pronta para produção em massa, tenho certeza de que leitores eletrônicos terão uma importância muito maior e possivelmente uma revolução na mídia impressa se instalará.sony-reader

Será muito mais interessante para estas grande editoras a fornecer suas edições, sejam livros, revistas ou jornais, em formato eletrônico ao invés de impresso. O impacto no meio ambiente pode ser imediato, já que menos papel será necessário para imprimir tantas revistas em papel especial que no final das contas acaba indo mesmo para o lixo.

Eu afirmo com minha arrogância usual que o eReader, Kindle ou seja lá qual for o nome do meu leitor eletrônico desejado, só entra aqui em casa, no dia que eu puder ler a Quatro Rodas ou AutoEsporte nele com fotos coloridas.

Porém, aqui no Brasil a a coisa é um pouco diferente de lá de fora. Nos EUA já existem vastas bibliotecas com conteúdo digital e diversas empresas vão observar o desempenho de vendas de dispositivos capaz de entregar conteúdo digital aos leitores. Segundo a Reuters este pode ser um prenuncio da chegada de tabletPCs e MID (Mobile Internet Device) para o ano que vem a preços “módicos” ou aceitáveis.

O principal motivo desta atenção especial é que o preço dos insumos destes dispositivos vem caindo e sua popularidade vem aumentando. Se no ano passado apenas 1 milhão deste tipo de dispositivo foi vendido, a previsão para este ano é superar a marca de 5 milhões. Indo além ainda, como mencionei no paragrafo anterior. Se estes dispositivos de nicho estão se tornando tão populares, imagina se eles forem capazes de fazer muito mais do que apenas oferecer leitura de livros e periódicos? As possibilidades são muitos e o potencial é enorme.

Tanto que a Braview já pensa em entrar neste mercado com dispositivo próprio. Veja abaixo o hands-on do Gizmodo com o Kindle Brasileiro.




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1 Comentário

  1. Max

     /  07/10/2009

    Uma vez um amigo me disse sobre uma idéia que teve: e se as telas desses notebooks conversíveis [que viram tablets] fossem feitas de e-ink ??

    Achei muita bizarrice, são tecnologias muito diferentes em um lugar só: a e-ink colorida nem está no mercado ainda, e touch até já é popular, mais pra colocar tudo junto é que deve ser o bicho…

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